Os gastos com combustível e manutenção, passagens de ônibus, metro e estacionamento, tem posicionado bicicleta elétrica como uma alternativa de modal barato em relação aos demais meios de transporte, além da sustentabilidade Com o preço dos combustíveis batendo na casa dos R$4,00 / litro, o consumidor tem mudado os hábitos para reduzir gastos. Comparando os gastos - não apenas de gasolina, como também de estacionamentos e outras despesas - é muito mais saudável e vantajoso se deslocar de bicicleta pelas grandes cidades.
Em busca de uma alternativa mais econômica com o objetivo de “aposentar o carro” e enxugar o orçamento, Álvaro Baldini de Indaiatuba, apostou na bicicleta elétrica como meio de transporte para o seu filho, de 17 anos. “Com a aquisição da e-bike, além da economia no final do mês, permitiu que meu filho se tornasse mais independente. Foi um excelente investimento, afirma.”
“Escolhi a bicicleta com pedal assistido que pudesse atender às minhas necessidades. Diariamente percorro entre oito e nove quilômetros para ir ao curso e estágio e o resultado é surpreendente. Além da mobilidade, pedalar em uma e-bike além de ser muito mais econômico do que o carro, me trouxe uma liberdade inigualável e independência, não troco por nada”, destaca Bruno.
Caio de Andrade Cesar também optou pela compra de uma bicicleta elétrica. Morando em Pinheiros, ele utiliza a e-bike diariamente como meio de locomoção e o resultado está sendo muito positivo. “O diferencial na hora da decisão da compra foi o preço, qualidade e vantagem do seguro, sem contar na economia dentro do orçamento, que faz toda a diferença”, diz.
Foi pensando no público que quer pagar menos para se locomover que a EBMS (Empresa Brasileira de Mobilidade Sustentável), com a marca Pedalla disponibiliza para o mercado e-bikes como uma alternativa eficiente de transporte, que promove a prática esportiva e econômica. De acordo com José Eugênio Pinheiro, diretor da empresa, “...andar de bicicleta elétrica é um exercício individual que traz inúmeros benefícios ao corpo e mente, contribuindo para o avanço da mobilidade focada em sustentabilidade e bem-estar.”
A decisão de escolha de uma bicicleta elétrica, segundo o diretor, vão desde fatores ambientais a econômicos. Ela não emite poluentes, ruídos, não é preciso habilitação, pagar IPVA, nem estacionamento, além de diminuir o tempo no trânsito. “Nós sabemos que os brasileiros estão aos poucos aderindo a um modelo de vida mais saudável e à bicicleta também. Queremos fazer a diferença, oferecendo para eles um transporte que possa juntar essas duas pontas.”, destaca.
Diferente da moto e do carro, a bicicleta elétrica possui fonte de energia limpa, além de poder ser recarregada em qualquer lugar em uma tomada comum. Essa praticidade tem atraído cada dia mais adeptos. As e-bikes têm tudo para cair no gosto da população brasileira por oferecerem facilidades à locomoção no dia a dia e economia com combustível, além de contribuir com a saúde.
De acordo com Francisco José Macedo, proprietário da Mobike, as vendas de bicicletas elétricas tiveram um aumento de 26% nos últimos meses. “Percebemos uma crescente na busca por e-bikes, as pessoas estão mudando seus hábitos, buscando alternativas de transporte mais sustentáveis e econômicas,” comenta.
sexta-feira, 18 de maio de 2018
quinta-feira, 17 de maio de 2018
Echoenergia promove avanços sociais em municípios cearenses
A Echoenergia vem contribuindo ativamente com o desenvolvimento do Ceará. Além de atuar em sua matriz energética, alavancando a geração de energia eólica com o Complexo Eólico Ventos de Tianguá, localizado no município de mesmo nome, implementou o projeto “Ventos que Transformam”, cujo foco é a educação pública e capacitação profissional em prol da economia solidária. Mais de 400 educadores, estudantes, coordenadores pedagógicos e técnicos das Secretarias de Educação estão sendo beneficiados pelo programa.
A iniciativa foi criada a partir da constatação de que o estado teve o melhor resultado da região Norte e Nordeste, conforme o último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), de 2015. Apesar disso, 67% das escolas dos anos iniciais do ensino fundamental ainda não haviam alcançado o patamar mínimo de qualidade estipulado pelo Ministério de Educação ? o objetivo do Brasil é ter uma média igual a 6,0 em 2021.
Para ajudar na mudança dessa realidade, a companhia realiza ações relevantes nos municípios de Tianguá e Ubajara. Até o momento, mil livros foram doados, materiais para organização do acervo literário foram disponibilizados e três espaços lúdicos para leitura foram implementados. Além disso, 48 pôsteres educativos foram fixados e uma rádio escolar está em funcionamento.
No mês passado, as escolas Família Agrícola de Ensino Fundamental Antônia Suzete de Olivindo da Silva (Tianguá) e Humberto Ribeiro Lima (Ubajara), que tiveram média do Ideb 5,3 e 7,9, respectivamente, sediaram eventos sobre gestão de resíduos sólidos e coleta seletiva escolar.
Em maio, a Echoenergia dá continuidade às atividades, com uma agenda bastante movimentada. Do dia 14 ao 21, as instituições de ensino oferecerão aos estudantes e profissionais pedagógicos seminários de leitura e oficinas práticas. Os alunos participarão de atividades lúdicas, como teatro de bonecos, rádio escolar e espaços literários, onde serão compartilhadas histórias e técnicas de patchwork – um dos principais objetivos é estimular os participantes a ter contato com a escrita e leitura.
Os ubajarenses terão mais novidades com relação a novas oportunidades de trabalho. No dia 14 de maio, a Echoenergia promoverá um treinamento gratuito para formação de Guias do Parque Nacional do município (ICMBio).
Flávia Montoni, Coordenadora de Projetos Sociais da empresa, acredita que o projeto “Ventos que Transformam” é mais uma marca da eficiência organizacional da Echoenergia em todos os campos, inclusive quando se trata do bem-estar e progresso sustentável das comunidades próximas aos seus empreendimentos. “Desenhamos um plano de ação efetivo para elevar o nível do ensino público e dinamizar a economia regional, criando oportunidades e proporcionando qualidade de vida para a população”, revela a coordenadora.
SERVIÇO
Ubajara
Formação para Guias do Parque Nacional de Ubajara – 14/05;
Horário: 08 às 18h
Local: Sede do Parque Nacional / ICMBIO
Seminário de Leitura – 14/05
Horário: 08 às 12h
Local: Escola Humberto Ribeiro Lima
Oficinas Práticas de Ubajara – de 18 a 21/05;
Horário: 08 às 18h
Local: Escola Humberto Ribeiro Lima
Tianguá
Oficinas Práticas de incentivo à leitura e educação ambiental – de 15 a 17/05;
Horário: 08 às 18h
Local: Escola Família Agrícola de Ensino Fundamental Antônia Suzete de Olivindo da Silva – Assentamento Valparaíso
A iniciativa foi criada a partir da constatação de que o estado teve o melhor resultado da região Norte e Nordeste, conforme o último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), de 2015. Apesar disso, 67% das escolas dos anos iniciais do ensino fundamental ainda não haviam alcançado o patamar mínimo de qualidade estipulado pelo Ministério de Educação ? o objetivo do Brasil é ter uma média igual a 6,0 em 2021.
Para ajudar na mudança dessa realidade, a companhia realiza ações relevantes nos municípios de Tianguá e Ubajara. Até o momento, mil livros foram doados, materiais para organização do acervo literário foram disponibilizados e três espaços lúdicos para leitura foram implementados. Além disso, 48 pôsteres educativos foram fixados e uma rádio escolar está em funcionamento.
No mês passado, as escolas Família Agrícola de Ensino Fundamental Antônia Suzete de Olivindo da Silva (Tianguá) e Humberto Ribeiro Lima (Ubajara), que tiveram média do Ideb 5,3 e 7,9, respectivamente, sediaram eventos sobre gestão de resíduos sólidos e coleta seletiva escolar.
Em maio, a Echoenergia dá continuidade às atividades, com uma agenda bastante movimentada. Do dia 14 ao 21, as instituições de ensino oferecerão aos estudantes e profissionais pedagógicos seminários de leitura e oficinas práticas. Os alunos participarão de atividades lúdicas, como teatro de bonecos, rádio escolar e espaços literários, onde serão compartilhadas histórias e técnicas de patchwork – um dos principais objetivos é estimular os participantes a ter contato com a escrita e leitura.
Os ubajarenses terão mais novidades com relação a novas oportunidades de trabalho. No dia 14 de maio, a Echoenergia promoverá um treinamento gratuito para formação de Guias do Parque Nacional do município (ICMBio).
Flávia Montoni, Coordenadora de Projetos Sociais da empresa, acredita que o projeto “Ventos que Transformam” é mais uma marca da eficiência organizacional da Echoenergia em todos os campos, inclusive quando se trata do bem-estar e progresso sustentável das comunidades próximas aos seus empreendimentos. “Desenhamos um plano de ação efetivo para elevar o nível do ensino público e dinamizar a economia regional, criando oportunidades e proporcionando qualidade de vida para a população”, revela a coordenadora.
SERVIÇO
Ubajara
Formação para Guias do Parque Nacional de Ubajara – 14/05;
Horário: 08 às 18h
Local: Sede do Parque Nacional / ICMBIO
Seminário de Leitura – 14/05
Horário: 08 às 12h
Local: Escola Humberto Ribeiro Lima
Oficinas Práticas de Ubajara – de 18 a 21/05;
Horário: 08 às 18h
Local: Escola Humberto Ribeiro Lima
Tianguá
Oficinas Práticas de incentivo à leitura e educação ambiental – de 15 a 17/05;
Horário: 08 às 18h
Local: Escola Família Agrícola de Ensino Fundamental Antônia Suzete de Olivindo da Silva – Assentamento Valparaíso
quarta-feira, 16 de maio de 2018
Projeto Tecendo as Águas inicia Programa de Formação Continuada no litoral norte de SP
| Foto: Divulgação |
A segunda etapa do Tecendo as Águas, iniciada em outubro de 2017, atende os municípios de São Sebastião e Caraguatatuba, nas Bacias de São Sebastião, Bacia do Rio São Francisco e Bacia do Rio Juqueriquerê. Entre as metas da nova fase está a implantação de um Programa de Formação Continuada voltado à educação para a conservação ambiental da região, o empreendedorismo social e o fortalecimento de comunidades com negócios que potencializem a cadeia do turismo sustentável e o Roteiro Caminho das Águas, criado pelo Supereco em 2015.
A equipe do “Tecendo as Águas” já realizou o cadastramento de lideranças comunitárias representantes de diferentes segmentos como pesca, artesanato, gastronomia, comércio e turismo sustentável. Entre março e abril, foram promovidas mobilizações no eixo Centro histórico de São Sebastião – Bairro de São Francisco e Morro do Abrigo, incluindo reuniões em espaços apoiados pela parceria com a Prefeitura de São Sebastião e na sede do Instituto Supereco, onde o público pôde constatar os resultados do Tecendo as Águas e perceber como seu trabalho pode ganhar um atrativo social, ambiental e econômico diferenciado e alinhado à sustentabilidade e aos ODS - Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.
A artesã Rosana Costato, que participou de uma das reuniões, falou de suas expectativas. “Tô saindo daqui com esperança, porque fora da temporada eu não consigo vender meus trabalhos e o que eu quero é ganhar dinheiro com isso e fazer o que eu gosto, então eu acho que vai unir o útil ao agradável”.
A primeira turma já está formada e em andamento para a aula inaugural. O coordenador de Educação Ambiental, Bruno dos Reis Fonseca, destaca o valor socioambiental desta iniciativa. “Nossa região é mais crítica dentro dessa área remanescente de Mata Atlântica. Tudo que a gente faz está direcionado para o fortalecimento comunitário, seja no artesanato, seja na gastronomia, utilizando recursos naturais daqui, e consequentemente, agregando mais valor ao produto. Há muitas possibilidades”, ressaltou.
A educadora ambiental Anita Amaral, responsável pelo conteúdo do Programa de Formação Continuada, explicou como foram identificados os temas de interesse da população. “Trata-se de um processo participativo com foco na educação socioambiental, qualificação profissional e ecoempreendedorismo. Durante rodas de conversa, pudemos elencar os desejos e necessidades comuns. Entre os principais temas estão Marketing e Vendas, Sustentabilidade, Cooperativismo, Associativismo e Gestão de Negócios”.
Vagner Gonçalves, responsável pela área de mobilização do Projeto, explica a importância da cultura e do protagonismo comunitário. “As pessoas sensibilizadas estão em nossa área de abrangência, e essa é uma grande oportunidade de valorização da cultura local. Podemos potencializar e desenvolver o turismo sustentável de base comunitária com os diferentes trabalhos que a comunidade já realiza, melhorando-os e inserindo dentro do Roteiro Caminho das águas”, concluiu.
Aula Inaugural: Empreendedorismo
Dia 18 de maio é o grande marco para o lançamento do Programa de Formação Continuada, com a aula inaugural sobre “Empreendedorismo”, das 14h às 18h, no Centro Comunitário Mário Cândido, no Morro do Abrigo, em São Sebastião, em frente à EMEI (Escola Municipal de Educação Infantil) Pingo de Gente.
Caso você atue num dos segmentos listados, ou seja comerciante local, e não tenha participado do cadastramento, ainda dá tempo de se inscrever e integrar essa primeira turma. Entre em contato com o Projeto Tecendo as Águas pelo e-mail mobilizacao@supereco.org.br ou pelo telefone (12) 3862-0100. Participe!
Shopping Lar Center promove primeira Feira Orgânica da Zona Norte de São Paulo
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| Imagem: Divulgação |
A partir do próximo domingo, 20 de maio, os moradores da Zona Norte de São Paulo ganharão uma novidade: uma feira exclusiva de produtos orgânicos. O projeto da primeira Feira Orgânica ao ar livre na região é uma iniciativa do Shopping Lar Center, em parceria com a AAO - Associação de Agricultura Orgânica, e acontecerá todos os domingos, das 8h às 13h, em uma área reservada do estacionamento do empreendimento.
Diversos produtores irão comercializar uma ampla variedade de alimentos saudáveis e altamente nutritivos, como frutas, verduras, legumes, castanhas, pães, ovos, laticínios, cereais, geleias e doces, além de algumas bebidas. Cultivados em um sistema que respeita os ciclos naturais e a conservação e o enriquecimento do solo, os produtos orgânicos são livres de agrotóxicos e se destacam pelo sabor e aroma mais intensos.
Segundo Ricardo Afonso, diretor superintendente do Shopping Lar Center, a Feira Orgânica foi pensada como um espaço para toda a família. “Os frequentadores poderão consumir produtos de alta qualidade e adquirir ainda mais conhecimento, por meio de workshops, sobre como a produção dos alimentos orgânicos beneficia a biodiversidade, fortalece a economia e reduz os impactos ao meio ambiente”, diz.
Um dos destaques da Feira será a Barraca de Café, com um diversificado cardápio de comidas (pães, omelete, ovos mexidos, pizzas vegetarianas, quiches, sopas, torradas, bolos, tapiocas com opções veganas e salgados como esfirra de alho-poró e baguette de tomate seco) e bebidas (café expresso, água de coco, mate gelado, achocolatado, suco de laranja natural, suco verde apenas com ingredientes orgânicos e refrigerante orgânico).
Além das barracas e locais para refeição e convivência, a Feira Orgânica contará com um espaço para a realização de oficinas, com capacidade para acomodar 15 pessoas simultaneamente, e uma área exclusiva para as crianças, com brinquedos e atividades que visam conscientizá-los sobre importantes aspectos ambientais. Outros diferenciais são o bicicletário e os bebedouros para pets.
"Temos um grande compromisso de sempre promover ações diferenciadas e que prezam pela responsabilidade social e sustentabilidade. E, mais do que isso, queremos continuar contribuindo, cada vez mais, para o desenvolvimento da Zona Norte de São Paulo”, afirma Afonso.
SERVIÇO
Feira Orgânica
Quando: todo domingo a partir de 20/05/2018
Horário: 8h às 13h
Local: Área reservado do estacionamento (Shopping Lar Center)
Av. Otto Baumgart, 500 - Vila Guilherme, São Paulo - SP
quinta-feira, 10 de maio de 2018
Feira agroecológica traz alimentos saudáveis e sustentáveis para o Sesc Santana
A Feira é uma opção para quem quer consumir produtos livres de agrotóxicos, a preços justos e diretamente dos produtores.
Nos dias 13 e 27 de maio e 10 e 24 de junho, domingo das 11h às 15h, o Sesc Santana promoverá Feira Agroecológica, oferecendo hortaliças e frutas cultivadas sem uso de agrotóxicos, oriundas de três assentamentos da reforma agrária localizados na região metropolitana de São Paulo.
Diferente da produção agrícola convencional, que utiliza adubos químicos e uma grande variedade de pesticidas para a produção de alimentos, o cultivo agroecológico, usa adubos naturais e tem como modelo de trabalho a organização de cooperativas de trabalhadores dentro da lógica da economia solidária. As formas de cultivo mantêm relações de respeito com ambiente natural que as cerca, com vistas a preservação dos ecossistemas e da biodiversidade.
SERVIÇO:
13/05 e 27/05, Domingo, das 11h às 15h.
10/06 e 24/06, Domingo, das 11h às 15h.
Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Jd. São Paulo.
Recomendação etária: Livre. Grátis.
Deck de Entrada.
Acesso para deficientes – estacionamento – ar condicionado.
Estacionamento - R$12,00 a primeira hora e R$ 3,00 a hora adicional - desconto para credenciados.
Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br
quarta-feira, 9 de maio de 2018
Sesc Santana promove duas oficinas com temas de relevância ambiental
De 13 de maio a 24 de junho, o Sesc Santana irá promover duas oficinas relacionadas aos temas de meio ambiente e plantação sustentável. Acontecerão aos domingos, das 15h às 18h. São elas: “Design e Implantação de Hortas” (13 de maio, 10 e 24 de junho) e “Farmácia Viva” (27 de maio). Com o Grupo Eparreh.
“Design e Implantação de Hortas” | 13/05, 10/06 e 24/06 , aos domingos, das 15h às 18h| Jardim
A partir dos princípios da permacultura, a oficina irá tratar das características naturais dos espaços físicos para implantação de hortas, sendo elas: luminosidade, umidade, declividade e vegetação local. Nos encontros serão abordadas as técnicas de canteiro instantâneo, plantio de sementes de ciclo curto, utilização do consórcio de plantas companheiras e métodos de conservação da umidade do solo. Com o Grupo Eparreh.
A permacultura consiste no planejamento e execução de ocupações humanas sustentáveis, unindo práticas ancestrais aos modernos conhecimentos das áreas, principalmente de ciências agrárias, engenharias, arquitetura e ciências sociais, todas abordadas sob a ótica da ecologia.
“Farmácia Viva” |27/05, domingo, das 15h às 18h| Solário
Nesta oficina será construída uma espiral de Ervas Medicinais, abordando o micro-clima adequado para cada planta, a relação entre meio ambiente e saúde humana, e o uso das ervas na medicina popular comparada aos seus usos científicos, tendo como base o livro "Plantas Medicinais do Brasil", de Harry Lorenzi. Com o Grupo Eparreh.
Nesta oficina será construída uma espiral de Ervas Medicinais, abordando o micro-clima adequado para cada planta, a relação entre meio ambiente e saúde humana, e o uso das ervas na medicina popular comparada aos seus usos científicos, tendo como base o livro "Plantas Medicinais do Brasil", de Harry Lorenzi. Com o Grupo Eparreh.
O Grupo Eparreh é um coletivo de educadores ambientais que acredita na Permacultura e na Agroecologia como caminhos para o desenvolvimento humano e para a transição em busca de uma sociedade mais justa e sustentável. Atua na implementação de hortas, composteiras, cisternas, jardins ecológicos, reflorestamento, tratamento de água, bioconstrução, arte-educação e metodologias integrativas.
SERVIÇO
“Design e Implantação de Hortas”
13/05, 10/06 e 24/06 (03 encontros). Domingos, das 15h às 18h.
Local: Jardim. Vagas: 20/sessão.
“Farmácia Viva”
27/05. Domingo, das 15h às 18h.
Local: Solário. Vagas: 30.
27/05. Domingo, das 15h às 18h.
Local: Solário. Vagas: 30.
Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Jd. São Paulo.
Grátis. Inscrição no local da oficina com 30 min de antecedência.
Acesso para deficientes – estacionamento – ar condicionado.
Estacionamento - R$12,00 a primeira hora e R$ 3,00 a hora adicional - desconto para credenciados.
Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br
Grátis. Inscrição no local da oficina com 30 min de antecedência.
Acesso para deficientes – estacionamento – ar condicionado.
Estacionamento - R$12,00 a primeira hora e R$ 3,00 a hora adicional - desconto para credenciados.
Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br
segunda-feira, 7 de maio de 2018
Pesquisa avalia vida útil e composição nutricional de flor comestível
Rica em vitamina C e minerais como potássio, cálcio e zinco, além de compostos sulfurosos benéficos ao sistema imunológico, a flor comestível capuchinha (Tropaeolum majus) dura mais tempo se mantida em torno de 5ºC. A conservação foi determinada por agrônomos da Embrapa Hortaliças (DF) em um projeto de pesquisa que elegeu 20 espécies vegetais que fazem parte do grupo de plantas alimentícias não convencionais (PANCs), para terem suas características agronômicas e nutricionais estudadas.
Além do consumo fresco em saladas, as flores de capuchinha também podem ser desidratadas, embebidas em álcool ou em calda de açúcar ou, ainda, congeladas em forma de cubos, para adição em coquetéis.
Flor, folhas e sementes comestíveis
“As pessoas associam o consumo de plantas às partes comestíveis como folhas, frutos e raízes. Porém, em algumas espécies, as flores, além de ornamentais, também podem ser degustadas”, observa a pesquisadora da Embrapa Neide Botrel ao lembrar que, no caso da capuchinha, as folhas também são aproveitadas e até mesmo as sementes podem ser consumidas, cruas ou na forma de conserva, sendo popularmente chamadas de falsas alcaparras.
O estudo dedica-se, principalmente, à caracterização nutricional e à determinação da vida útil após a colheita, ou seja, a durabilidade em diferentes condições de armazenamento. As flores são produtos muito sensíveis e alguns cuidados, desde o manuseio cauteloso na colheita até ao armazenamento refrigerado, são necessários para evitar contaminação microbiana e danos nas pétalas que inviabilizem a comercialização.
Amarelas mantêm a cor por mais tempo
No Laboratório de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Embrapa Hortaliças foram realizados experimentos de vida útil com flores de capuchinha de três colorações diferentes - amarela, laranja e vermelha, para definir as condições ideais de temperatura de armazenamento e o limite de tempo máximo para comercialização.
A comparação foi realizada entre flores recém-colhidas e flores refrigeradas após sete dias de armazenamento em embalagens rígidas de plástico (tipo PET) com tampas de encaixe perfuradas. Foram testadas duas temperaturas diferentes de refrigeração: 5ºC e 10ºC, ambas com 85% de umidade relativa. Isso porque se sabe que a refrigeração possibilita a manutenção da qualidade, o armazenamento e o transporte das flores por longas distâncias.
O armazenamento inadequado pode levar ao processo de deterioração dos tecidos da flor e, como consequência, à perda da coloração e ao aparecimento de manchas, sintomas aparentes em flores mais velhas. “Flores são produtos muito perecíveis e, portanto, necessitam de condições adequadas para manter por mais tempo o frescor e a coloração após a colheita”, aponta Isadora Cardoso e Lima, bolsista da Embrapa Hortaliças nesse projeto e mestre pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), com dissertação defendida nesse tema.
Refrigeração ideal na faixa dos 5ºC
Os cientistas observaram também a aparência da capuchinha ao longo do tempo. Enquanto as flores recém-colhidas estavam totalmente firmes e frescas, após uma semana de armazenamento, iniciaram-se os sinais de murchamento. “As flores amarelas e laranjas apresentaram maior vida útil, mantendo-se em excelentes condições por sete dias em condições de refrigeração a 5ºC”, relata Neide. As flores vermelhas mostraram-se mais sensíveis e murcharam antes, independentemente da temperatura de armazenamento.
A temperatura de 10ºC foi utilizada como parâmetro na avaliação por ser adotada para conservar hortaliças folhosas em gôndolas de supermercado. Contudo, sob essas condições, a vida útil foi mais curta para as flores de capuchinha, o que deixaria um período menor para as vendas, entre um a dois dias. Logo, a conclusão do estudo foi de que, para fins de comercialização, as flores de capuchinha devem ser embaladas rapidamente e mantidas refrigeradas, na faixa de 5ºC, por até uma semana antes que elas comecem a murchar.
Os resultados observados no experimento indicaram também que, durante o armazenamento refrigerado, a capuchinha amarela manteve sua cor mais viva que as flores de tom laranja e vermelho. Na análise colorimétrica, independentemente da temperatura de refrigeração, as flores amarelas conservaram a coloração mais próxima de uma flor recém-colhida.
Na capuchinha, as tonalidades das pétalas estão associadas à presença de carotenoides, que são pigmentos que vão do amarelo claro até o vermelho escuro. No caso específico dessa flor, o carotenoide predominante é a luteína, um composto antioxidante relacionado à prevenção de doenças oculares. “Já o sabor fresco e picante, que faz lembrar um pouco o agrião, ocorre devido à presença de compostos sulfurosos, que beneficiam o sistema imunológico. Há também um considerável conteúdo de vitamina C e de minerais como potássio, cálcio e zinco”, comenta a pesquisadora.
Mais flores comestíveis na mira da pesquisa
Há outras flores sendo estudadas no da Embrapa Hortaliças que possuem características nutricionais interessantes. Na vinagreira, planta também conhecida por hibisco, o composto antioxidante que prevalece é a antocianina, um pigmento responsável pela coloração púrpura dos cálices ou frutos (espécie Hibiscus sabdariffa ou vinagreira de folhas verdes) e pelos tons arroxeados das folhas e flores (espécie Hibiscus acetosella). Há, ainda, outra espécie bem conhecida: a “vinagreira veludo”, que tem folhas verdes e flores vermelho intenso (Hibiscus cannabinus).
Os minerais que se destacam na composição da vinagreira são potássio, ferro e cálcio. As flores roxas da espécie H. acetosella e H. cannabinus, no geral, são desidratadas e usadas no preparo de chás, bolos e geleias. Contudo, assim como a capuchinha, as folhas e as sementes da vinagreira também são aproveitadas como ingredientes na culinária. As sementes maduras podem ser torradas e moídas para aproveitamento na fabricação de pães e, no típico prato maranhense “arroz de cuxá”, as folhas da vinagreira conferem o sabor ácido ao arroz e ao camarão seco.
Já pratos tradicionais da gastronomia da Região Norte, como o tacacá e o pato no tucupi, utilizam hastes de jambu em suas receitas, mas em geral, as folhas são cozidas. Contudo, pode-se também aproveitar as pequenas flores amarelas para acentuar o sabor, já que elas concentram ainda mais a substância espilantina, que causa um leve amortecimento das mucosas devido às suas propriedades anestésicas.
Além do consumo fresco em saladas, as flores de capuchinha também podem ser desidratadas, embebidas em álcool ou em calda de açúcar ou, ainda, congeladas em forma de cubos, para adição em coquetéis.
Flor, folhas e sementes comestíveis
“As pessoas associam o consumo de plantas às partes comestíveis como folhas, frutos e raízes. Porém, em algumas espécies, as flores, além de ornamentais, também podem ser degustadas”, observa a pesquisadora da Embrapa Neide Botrel ao lembrar que, no caso da capuchinha, as folhas também são aproveitadas e até mesmo as sementes podem ser consumidas, cruas ou na forma de conserva, sendo popularmente chamadas de falsas alcaparras.
O estudo dedica-se, principalmente, à caracterização nutricional e à determinação da vida útil após a colheita, ou seja, a durabilidade em diferentes condições de armazenamento. As flores são produtos muito sensíveis e alguns cuidados, desde o manuseio cauteloso na colheita até ao armazenamento refrigerado, são necessários para evitar contaminação microbiana e danos nas pétalas que inviabilizem a comercialização.
Amarelas mantêm a cor por mais tempo
No Laboratório de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Embrapa Hortaliças foram realizados experimentos de vida útil com flores de capuchinha de três colorações diferentes - amarela, laranja e vermelha, para definir as condições ideais de temperatura de armazenamento e o limite de tempo máximo para comercialização.
A comparação foi realizada entre flores recém-colhidas e flores refrigeradas após sete dias de armazenamento em embalagens rígidas de plástico (tipo PET) com tampas de encaixe perfuradas. Foram testadas duas temperaturas diferentes de refrigeração: 5ºC e 10ºC, ambas com 85% de umidade relativa. Isso porque se sabe que a refrigeração possibilita a manutenção da qualidade, o armazenamento e o transporte das flores por longas distâncias.
O armazenamento inadequado pode levar ao processo de deterioração dos tecidos da flor e, como consequência, à perda da coloração e ao aparecimento de manchas, sintomas aparentes em flores mais velhas. “Flores são produtos muito perecíveis e, portanto, necessitam de condições adequadas para manter por mais tempo o frescor e a coloração após a colheita”, aponta Isadora Cardoso e Lima, bolsista da Embrapa Hortaliças nesse projeto e mestre pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), com dissertação defendida nesse tema.
Refrigeração ideal na faixa dos 5ºC
Os cientistas observaram também a aparência da capuchinha ao longo do tempo. Enquanto as flores recém-colhidas estavam totalmente firmes e frescas, após uma semana de armazenamento, iniciaram-se os sinais de murchamento. “As flores amarelas e laranjas apresentaram maior vida útil, mantendo-se em excelentes condições por sete dias em condições de refrigeração a 5ºC”, relata Neide. As flores vermelhas mostraram-se mais sensíveis e murcharam antes, independentemente da temperatura de armazenamento.
A temperatura de 10ºC foi utilizada como parâmetro na avaliação por ser adotada para conservar hortaliças folhosas em gôndolas de supermercado. Contudo, sob essas condições, a vida útil foi mais curta para as flores de capuchinha, o que deixaria um período menor para as vendas, entre um a dois dias. Logo, a conclusão do estudo foi de que, para fins de comercialização, as flores de capuchinha devem ser embaladas rapidamente e mantidas refrigeradas, na faixa de 5ºC, por até uma semana antes que elas comecem a murchar.
Os resultados observados no experimento indicaram também que, durante o armazenamento refrigerado, a capuchinha amarela manteve sua cor mais viva que as flores de tom laranja e vermelho. Na análise colorimétrica, independentemente da temperatura de refrigeração, as flores amarelas conservaram a coloração mais próxima de uma flor recém-colhida.
Na capuchinha, as tonalidades das pétalas estão associadas à presença de carotenoides, que são pigmentos que vão do amarelo claro até o vermelho escuro. No caso específico dessa flor, o carotenoide predominante é a luteína, um composto antioxidante relacionado à prevenção de doenças oculares. “Já o sabor fresco e picante, que faz lembrar um pouco o agrião, ocorre devido à presença de compostos sulfurosos, que beneficiam o sistema imunológico. Há também um considerável conteúdo de vitamina C e de minerais como potássio, cálcio e zinco”, comenta a pesquisadora.
Mais flores comestíveis na mira da pesquisa
Há outras flores sendo estudadas no da Embrapa Hortaliças que possuem características nutricionais interessantes. Na vinagreira, planta também conhecida por hibisco, o composto antioxidante que prevalece é a antocianina, um pigmento responsável pela coloração púrpura dos cálices ou frutos (espécie Hibiscus sabdariffa ou vinagreira de folhas verdes) e pelos tons arroxeados das folhas e flores (espécie Hibiscus acetosella). Há, ainda, outra espécie bem conhecida: a “vinagreira veludo”, que tem folhas verdes e flores vermelho intenso (Hibiscus cannabinus).
Os minerais que se destacam na composição da vinagreira são potássio, ferro e cálcio. As flores roxas da espécie H. acetosella e H. cannabinus, no geral, são desidratadas e usadas no preparo de chás, bolos e geleias. Contudo, assim como a capuchinha, as folhas e as sementes da vinagreira também são aproveitadas como ingredientes na culinária. As sementes maduras podem ser torradas e moídas para aproveitamento na fabricação de pães e, no típico prato maranhense “arroz de cuxá”, as folhas da vinagreira conferem o sabor ácido ao arroz e ao camarão seco.
Já pratos tradicionais da gastronomia da Região Norte, como o tacacá e o pato no tucupi, utilizam hastes de jambu em suas receitas, mas em geral, as folhas são cozidas. Contudo, pode-se também aproveitar as pequenas flores amarelas para acentuar o sabor, já que elas concentram ainda mais a substância espilantina, que causa um leve amortecimento das mucosas devido às suas propriedades anestésicas.
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